segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A Arca de Noé, o Arrebatamento da Igreja e o Casamento Cristão

1. A ARCA DE NOÉ

- Segundo os dados apresentados em Gn.6.14-22, a arca de Noé possuía 134 metros de comprimento, 23 metros de largura e 14 metros der altura. A área total nos três pisos da arca dava um total de 9.250 metros quadrados.


- O volume total que comportava dentro da arca era de 43.150 metros cúbicos, o que tornava a arca de Noé semelhante aos grandes navios modernos.


- A sua capacidade de carga equivalia ao volume de 522 vagões de cargas normais, cada vagão podendo transportar 240 ovelhas. Somente 188 vagões seriam necessários para abrigar 45.000 animais do tamanho de uma ovelha, deixando ainda o espaço de 336 vagões, para alimentação, para a família de Noé e para forragem dos animais..


- Estima-se hoje em 17.600 o número de espécies de animais existentes, o que torna 45.000 espécies uma aproximação provável do número de animais que Noé abrigou na arca, conservando o modelo de cada espécie existente hoje no mundo. Isso derruba a tese da ciência que alega ter sido impossível ter comportado todas as espécies de animais dentro da arca de Noé.




2- A RAPIDEZ DO ARREBATAMENTO DA IGREJA


O arrebatamento é descrito na Bíblia como o rapto e assalto repentino da Igreja. É por isso que a Vinda de Cristo para a Igreja é descrita como a vinda do ladrão de noite. Tanto o próprio Cristo, como os apóstolos Paulo e Pedro descreveu este evento repentino como a vinda do ladrão que chega de surpresa.

3.1- O próprio Jesus disse: “Se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, a hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” – Mt.24.43-44.

3.2- Paulo disse: “Pois vós, mesmos estais inteirados com precisão de que o dia do Senhor vem como ladrão de noite. Mas, vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse dia como ladrão vos apanhe de surpresa” – l Ts.5.2,4
3.3- Pedro disse: “Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor....” 2 Pd.3.10

O arrebatamento da Igreja será o “sequestro santo” de todas as pessoas lavadas e redimidas pelo sangue do Cordeiro. A palavra “arrebatados” é traduzido do verbo grego “harpazo”, que significa “tirar ou arrancar com força”: o vocábulo latim “raptare” significa também “arrebatar”, e deu origem a palavra portuguesa “raptar”. Assim como um ladrão assalta, rapta e sequestra numa rapidez incrível, assim o Senhor Jesus raptará a sua Igreja na incrível rapidez do “abrir e piscar de olhos” (l Co.15.52). Conforme Jesus ensinou: “ Dois estarão no campo, um será tomado e o outro deixado”. Talvez o objetivo do Senhor em arrebatar a sua Igreja com tanta rapidez, é não dar tempo algum para o inimigo arquitetar qualquer plano de ação no reino espiritual para prejudicar este evento iminente e glorioso que acontecerá a qualquer momento. No Antigo Testamento houve dois casos de arrebatamento, que, com certeza, Deus operou isso para simbolizar o tipo da Igreja que será arrebatada ao encontro do Senhor nos ares. O primeiro arrebatamento da história foi o de Enoque (Gn.5.22-24). Enoque representa a Igreja que anda com Deus na terra, e, será transladada pelo Senhor (Hb.11.5). O segundo caso de arrebatamento no Antigo Testamento foi o de Elias (2 Rs.2.11). Elias representa a Igreja Fiel que subsiste de pé perante o Senhor, no meio de uma geração idólatra e pecaminosa, e, por isso, será levada de forma repentina e sobrenatural da terra para o céu (l Tes.4.16).





3- O CASAMENTO CRISTÀO 


O casamento cristão deve ser uma união exclusiva e permanente. A frase “uma só carne” chama a atenção para uma particularidade da natureza humana. Matrimonialmente não fomos feitos para diferentes uniões de uma vez, mas para uma só união. Aqueles que tratam de manter mais de um relacionamento conjugal frustram a si mesmos e frustram o propósito de Deus desde o princípio, porque estão se dividindo em partes, dando-se a outras pessoas, buscando união com quem não é seu próprio cônjuge. Afinal de contas, Deus não fez duas Eva para Adão, mas sim uma só. A união permanente de um casal, tem sido uma preocupação divina através da história para manter o casamento como uma união indissolúvel. O Talmude Judaico registra uma conversa entre o Rabi Iossi Bem Chalafta, um estudioso do século II, e um dos discípulos do Rabi Akiva (40-135 d.C) e uma matrona romana:
_ “O que o teu Deus tem feito desde que criou o mundo? Ela perguntou
_ “Ele tem estado formando casais; respondeu o rabino.
_ “Isto não é tão difícil; disse a mulher e continuou a falar:
_ “Eu também posso fazer isto.
_ “Você pode pensar que é simples, disse Rabi Iossi. E continuou a falar:
_ “Mas é tão difícil como separar as águas do mar vermelho”.
Sem se deixar levar pelo argumento do rabino, a matrona romana fez a experiência para provar se ponto de vista. Reuniu mil escravos e mil escravas, enfileirou-os, separou-os em casais e uniu as mãos dos respectivos pares, selando o matrimônio. Na manhão seguinte, os recém casados se apinhavam diante dela, um com a cabeça quebrada, outro com os olhos arrancados, um terceiro com a perna quebrada, todos exigindo a anulação imediata dos casamentos. A matrona admitiu que o rabino tinha razão. Sendo assim, percebemos que o nosso Deus tem tido muito trabalhos em formar casais atravës da história, o que não é tarefa fácil, pois, são personalidades e temperamentos diferentes, que, só mesmo o Criador pode formar duas pessoas diferentes numa só carne e mantê-los unidos permanentemente (Mt.19.5-6).

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe aqui o seu comentário

Seja Bem Vindo!

Seja bem vindo!
É um prazer ter você em meu blog. faça o seu comentário, deixe a sua mensagem.